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Destaque do mês de Junho: Identificação electrónica |
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Identificação electrónica
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A identificação electrónica por radiofrequência é um método de identificação usado em várias aplicações e que se baseia no sinal transmitido entre o microchip electrónico (o transponder) e um leitor. Nos animais, o transponder (pequeno dispositivo inserido numa cápsula de vidro do tamanho de um grão de arroz) é implantado na maioria dos casos subcutaneamente através de um aplicador, um torcarter com agulha apropriada. O tranponder possui o número identificativo, único para o animal em questão. Este número pode ser lido através de um leitor a uma determinada distância (alguns centímetros). Quando o leitor se aproxima do transponder, lê o código transmitido e aparece então o número no ecrã do leitor. Este número encontra-se numa base de dados, o que tornará possível encontrar o dono do animal que se tenha perdido ou roubado.
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Transponder O transponder é feito de um microchip electrónico (gravado em silício contendo um código numérico único num animal) e uma mola a servir de antena. Tudo é envolto numa película de vidro cilíndrica implantada debaixo da pele. Esta fina cápsula é feita de vidro altamente resistente e biocompatível (por consequente perfeitamente tolerado pelo animal). O transponder implantado debaixo da pele do animal é totalmente inerte.
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Aplicador
O transponder é implantado subcutaneamente usando o aplicador feito de um trocarter. A operação é totalmente indolor e não requer anestesia. Uma vez colocado a nível subcutâneo, o organismo reage ao envólucro da cápsula de vidro com formação de tecido conjuntivo. Este tecido contribui para manter o transponder no local de implantação impedindo a migração.
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Leitor
O transponder implantado debaixo da pele não tem energia, por isso é completamente inerte. Quando estimulado pelo leitor (que emite ondas de rádio de baixa frequência), é activado (o transponder usa a energia pelo leitor: conhecida pela técnica de indução). Por seu lado, o transponder devolve as ondas de rádio activadas pelo leitor que mostra o número inserido no microchip no ecran. O processo todo requer apenas uns milésimos de segundos.
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A
identificação electrónica de animais de companhia iniciou-se na Europa há
aproximadamente 15 anos, podendo ser utilizada em várias espécies,
nomeadamente cães, gatos, cavalos, touros e vacas, aves, répteis e outros
animaisexóticos.
De futuro, esta obrigatoriedade aplicar-se-á a todos
os cães nascidos a partir de 1 de Julho de 2008.
A identificação electrónica de animais permite reforçar a protecção dos animais de companhia, prevenir e combater o seu abandono, controlar a detenção de animais perigosos e potencialmente perigosos e reforçar medidas sanitárias.
Em Portugal, existem actualmente duas bases de dados:
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Vantagens
1-
A identificação electrónica de animais de companhia é um método seguro,
permanente, acessível e praticamente indolor:
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....................................... Faça uma festinha ao animal que preferir para voltar à página inicial ! |
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